Full Frame ou Crop? Minha Lua de Mel com a Fuji X-Pro1

Fuji X-Pro1 com Fujinon XF 35mm f/1.4

Fuji X-Pro1 com Fujinon XF 35mm f/1.4

Introdução

A decisão de que equipamento utilizar para uma tarefa específica já foi mais fácil no passado. Com tantos modelos de câmeras, lentes, acessórios e até softwares disponíveis, é sempre um desafio escolher a melhor solução para suas necessidades específicas. E erros podem ser caros.

Quando, no final de 2011, eu comprei minha primeira DSLR Full Frame, a Canon 5D Mark III, para acompanhar a então completa seleção de lentes conhecida como “Santíssima Trindade” pelos fotógrafos da marca (Canon EF 35mm f/1.4L, Canon EF 85mm f/1.2L e Canon EF 135mm f/2.0L), eu acreditei que tinha em minhas mãos tudo o que precisava para ser feliz do ponto de vista técnico. E assim foi, ao menos por algum tempo.

Como sempre digo, não sou fotógrafo profissional. Tudo que eu quero é ter lembranças excelentes e, se isso vier de uma câmera profissional ou de um telefone celular, para mim não faz a menor diferença. E a 5D Mark III (5D3 daqui em diante) em par com as fantásticas lentes Canon me deram resultados para lá de fantásticos. A nitidez, o contraste, as cores, o ruído baixo. Era a parceira perfeita para trazer minhas lembranças. Ou assim eu pensava.

 

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Sintra – Fuji X-Pro1, 35mm, f/9.0, 1/140, ISO 200

Em Novembro de 2012, juntamente com meu grande amigo e super talentoso fotógrafo Marcelo Nozaki e minhas queridas amigas Débora e Grasiella, fiz a primeira de uma série de viagens “dos sonhos”: a Patagônia Chilena, Torres del Paine. E foi aí que eu comecei a desconfiar que talvez a 5D3 não fosse exatamente a parceira para toda a vida que eu imaginava que seria.
Por cinco dias caminhamos entre montanhas, vales, florestas, geleiras, pântanos e desertos, num total de 70Km a pé e, meus amigos, se tem algo que NÃO facilitou essa jornada foi ter que carregar comigo quase 15Kg de material de fotografia entre lentes, flash, câmera, tripé e outros.
Embora a viagem tenha cobrado seu preço, especialmente nos meus joelhos, a qualidade de imagem era excepcional e eu consegui justificar carregar tanto peso.

Quando em Junho de 2013 decidi viajar por dois meses pela Europa, num ritmo super acelerado para poder conhecer 22 países em 60 dias, eu sabia que eventualmente precisaria de algo mais leve, menor e que não me comprometesse ao entrar em museus, igrejas e todo o tipo de lugar.

Percebam que uma câmera ideal para viagens não pode ser grande. Simplesmente não pode. Você vai carregá-la por todos os lugares e, embora não seja muito incomum entrar em um museu com uma DSLR pendurada no pescoço, não é exatamente confortável ou desejável tê-la pendurada em você em um restaurante ou mesmo um clube noturno.

Foi quando eu comecei a procurar uma nova companheira de viagens no mercado: uma câmera Mirrorless (sem espelho).

 

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Innsbruck – Fuji X-Pro1, 35mm, f/1.4, 1/140, ISO 400

Os Requisitos

O que eu procurava em uma câmera específica para viagens eram, em ordem:

  • Qualidade de imagem indiscutível
  • Baixo ruído em ISOs altas
  • Pequena, leve e simples de transportar
  • Ajustes manuais
  • Com uma lente rápida (mínimo f/2.0)
  • Construção em metal (plástico é pra crianças!)

 

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Paris – Fuji X-Pro1, 35mm, f/8.0, 1/8, ISO 6400

As Preocupações

Em sua maioria, as câmeras Mirrorless têm sensores APS-C (crop 1.5x ou 1.6x) ou Micro 4/3 (crop 2x). E foi aí que algumas dúvidas começaram a tirar meu sono: COMO eu poderia voltar ao mundo do crop? Mesmo com o ruído consideravelmente baixo dos sensores de nova geração, eu ainda sofreria com a profundidade de campo aumentada. E todos adoramos uma profundidade de campo fina como uma lâmina de Gillette, não é mesmo?

Outro aspecto que me deixava preocupado era o autofoco. A maioria das Mirrorless usa um sistema de detcção de contraste para autofoco, diferente da maioria das DSLRs, que utilizam um sistema de detecção de fase, muito mais rápido (embora normalmente menos preciso) que os de contraste.

E minhas lentes grande angulares? Como ficariam? Todos sabemos que elas só brilham de verdade em um sensor full frame, não?

Uma a uma fui eliminando estas preocupações e, quando não era possível ter o melhor no mundo Mirrorless, eu pesei contra outros benefícios que me eram mais importantes para chegar a uma conclusão assertiva e definitiva de se este era ou não um sistema para mim.

E qual a melhor forma de se avaliar um sistema desconhecido? Indo a uma loja e provando “frente a frente” contra o atual.

Após “brincar” um pouco com a Fuji X-Pro1 e Olympus OM-D, fazendo testes de foco e recursos contra a minha 5D3 e a Canon 35mm f/1.4L, cheguei à conclusão de que levaria a Fuji X-Pro1 com sua lente Fujinon 35mm f/1.4 pelos atributos mais simples avaliados na loja e da minha necessidade naquele momento: ela era pequena, leve, rápida (6 fotos por segundo), robusta e com todos os controles manuais nos lugares certos, no formato já usado há gerações pela Leica M. O sensor APS-C (1.5x) facilitou a decisão contra a Olympus OM-D e seu sensor Micro 4/3 (2x).

 

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Bruges – Fuji X-Pro1, 35mm, f/4.0, 2″, ISO 400

A Câmera

A câmera é uma obra de arte por si só. Ela resume em um visual retrô toda a simplicidade de uso e controles bem distribuídos da (sonho de consumo) Leica M.

O dial de exposição varia de 1/4000″ a 30″, com velocidade de sincronismo de flash em 1/180″. O modo Bulb também está disponível, bem como um modo Automático, no qual a câmera calcula o tempo ideal de exposição para uma dada abertura.

 

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Dials de Velocidade do Obturador e Compensação de Exposição

Um dial específico para compensação de exposição fica ao alcance do polegar e permite ajustar de -2EV a +2EV em passos de 1/3 de exposição. O ajuste é rápido, preciso e não há necessidade de apertar outros botões.

O menu Q (Quick Menu, ou Menu Rápido) é muito bem organizado e permite ajustar todos os parâmetros da câmera em uma única tela, com uma única mão. Embora eu seja bastante familiarizado com o menu Q da Canon, este da Fuji é tão versátil quanto.

Pequena e leve, o conjunto Fuji X-Pro1 e lente Fujinon 35mm f/1.4 pesam menos que minha Canon 5D3 sem lente.

Ela é construída toda em metal com uma textura agradável que remete a couro ao redor, o que transmite uma sensação tátil de qualidade e durabilidade, embora nem corpo nem lentes sejam vedadas contra chuva ou poeira.

Disponível apenas na cor preta, é discreta e se camufla bem contra uma camiseta da mesma cor.

O visor (viewfinder) é um show à parte e merece sua própria seção nesta review, que segue.

 

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Londres – Fuji X-Pro1, 35mm, f/8.0, 8″, ISO 200

O Visor (viewfinder)

A Fuji realmente se empenhou ao criar o que é o primeiro (e até então único) sistema de visor híbrido do mercado, colocando a Fuji X-Pro1 em uma classe nova de câmeras, à qual só ela pertence.

O visor une os dois mundos: óptico, tal qual Leica M e Zeiss Ikon, e digital, tal qual Sony NEX e Olympus OM-D.

O mais impressionante não é o fato de ela ter as duas tecnologias mas, sim, de utilizá-las ao mesmo tempo, sobrepondo gráficos coloridos em um LCD semitransparente sobre a imagem óptica do visor.

 

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O Visor Híbrido com histograma

 

Com essa tecnologia você tem toda a claridade, amplitude e agilidade do visor óptico enquanto, sem nenhum sacrifício, dispõe de informações que vão das mais simples, como abertura e velocidade, às mais complexas, como histograma e inclinômetro. É realmente de cair o queixo!

Qualquer outra empresa teria parado por aqui, mas não a Fuji. Não bastasse este avanço tremendo na forma de compor suas imagens, eles foram além e adicionaram zoom óptico ao visor: segurando a mesma chave que alterna entre o visor óptico e digital por dois segundos, uma “lente de aumento” entra em ação, permitindo aumentar ou reduzir a área de cobertura do visor, o que lhe convier, para ter uma composição mais precisa ou avaliar possíveis ações fora do quadro.

Nenhuma outra câmera do mercado tem essa tecnologia. Fantástico!

Mas nem tudo são flores. Mesmo com tanta tecnologia, a Fuji não pode quebrar as leis da física, geometria e matemática, então, quando em modo óptico este visor também sofre de erro de paralaxe tal qual qualquer outra rangefinder. A única forma de evitar tal característica é utilizar o visor em modo 100% digital.

 

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Edinburgo – Fuji X-Pro1, 35mm, f/1.4, 1/400, ISO 200

O Sensor

A Fuji deve ter decidido entrar “com os dois pés na porta” ao desenvolver a X-Pro1. Essa é a única explicação que eu tenho para embarcarem tanta tecnologia em uma câmera que seria o carro chefe de toda a linha X-Mount, e assim o fizeram.

Não bastasse o visor híbrido, de cair o queixo, eles alteraram o próprio coração de toda câmera digital: o sensor.

Até aqui, todos os sensores de câmeras digitais seguiam o conhecido padrão Bayer, alternando as linhas de píxels entre azul e verde seguida por uma linha vermelha e verde.

 

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Sensor padrão Bayer (esquerda) e X-Trans (direita)

 

O problema dessa abordagem é que, quando colocada frente a um padrão repetitivo fino, tal qual uma malha ou uma persiana, há a apresentação de um padrão conhecido como Moiré, que é extremamente difícil (se não impossível) de resolver no pós processamento.

A solução adotada pela maioria das fabricantes de câmeras foi adicionar uma camada de vidro na frente do sensor conhecida como filtro anti-alising, que consegue reduzir bastante este efeito, ao custo da redução significativa da nitidez, tão adorada por todos nós.

Algumas fabricantes de câmeras como Leica e Nikon prepararam modelos sem este filtro (Leica M9 e Nikon D-800E, dentre outros), mas o Moiré se fazia presente nesses sensores.

A Fuji resolveu o problema de outra forma: criou um novo sensor, chamado X-Trans, que torna a distribuição de cores dos pixels mais aleatóreas, virtualmente eliminando ambos: o Moiré e o filtro anti-alising. O resultado é simples: nitidez extrema sem nenhum prejuízo à qualidade de imagem. Genial! Bravo, Fuji! Bravíssimo!

E as vantagens não param por aí. Com a distribuição mais uniforme dos pixels, é mais fácil para a câmera identificar os sinais de ruído e falsa cor quando utilizamos ISO alta, o que permite uma filtragem melhor desses sinais, resultando em um sensor APS-C que tem um ruído quase tão baixo quanto um sensor full frame de padrão Bayer. É de tirar o chapéu, ou não é?

 

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Lago Ness – Fuji X-Pro1, 35mm, f/1.4, 1/2900, ISO 200

As Lentes

Com uma baioneta específica criada pela Fuji, denominada X-Mount, todo um sistema de lentes foi desenhado do zero para trazer a qualidade demandada pelo sensor X-Trans, e a Fuji novamente não fez feio: criou o X-Mount com a menor distância entre lente e sensor de todos os fabricantes de câmeras digitais até aqui: apenas 17mm!

Com a luz viajando tão pouco espaço e sem o filtro anti-alising, um feixe perfeito atinge o sensor além de permitir lentes extremamente leves e compactas.

Muita gente desconhece o poder das lentes Fujinon, normalmente ofuscadas pelas gigantes japonesas Canon e Nikon, mas o departamento de lentes Fuji é quem fabrica o vidro para as famosas médio-formato escocesas Hasselblad. Não é para qualquer um fabricar lentes sob um nome tão pesado no mercado de publicidade fotográfica.

 

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Fujinon XF 35mm f/1.4

 

O X-Mount conta, na data desta review, com quatro lentes fixas (primes) e uma zoom:

  • XF 14mm f/2.8
  • XF 18mm f/2
  • XF 35mm f/1.4
  • XF 60mm f/2.4 Macro
  • XF 18-55mm f/2.8-4 OIS

Eu optei por um kit que continha a 35mm f/1.4 e 18mm f/2.0, mas acabei por motivos de força maior seguindo viagem apenas com a 35mm f/1.4.

A lente é excelente! Compacta, os clicks do anel de abertura são macios mas precisos e a qualidade óptica é estelar.

Um ponto negativo a meu ver, mas muito subjetivo e sujeito a avaliação pessoal é o mecanismo de foco manual. A Fuji optou por um sistema “fly by wire”, no qual as lentes são focadas através de um micro motor desconectado do anel de foco: você gira o anel de foco, ele envia comandos para a câmera e a câmera, por sua vez, envia comandos à lente para ajustar o foco. A sensação é bem desconectada e leva algum tempo para se acostumar. Eu prefiro os mecanismos convencionais, com engrenagens, que permitem um foco manual mais rápido.

 

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Londres – Fuji X-Pro1, 35mm, f/8.0, 1/125, ISO 200

Comparada a uma DSLR

É importante entender que a Fuji X-Pro1 não é e não tem a ambição de ser o que uma DSLR é, nem fazer o que uma DSLR faz.

Quando se compara dois animais tão diferentes, é difícil estabelecer parâmetros idênticos. Faço uma analogia: uma Ferrari e um Jeep são ambos carros. Ambos têm quatro rodas, um volante, um motor e um câmbio, mas não poderiam ser mais distintos entre si.

Ao tentar colocar a Ferrari na lama, ela não vai performar como um Jeep, bem como um Jeep não vai correr como uma Ferrari no asfalto.

Por isso é fundamental ao partir para uma câmera dessa natureza entender que ela não é projetada com o intuito de “matar” as DSLRs. O propósito é outro. É ser uma câmera excelente no que ela foi projetada para fazer: tirar fotografias de altíssima qualidade em ambientes discretos, silenciosos e de movimento moderado para lento.

Não pense que uma Fuji X-Pro1 vai substituir sua 5D3 ou D-800 para fotografar pássaros em vôo, esportes de ação ou de velocidade. Ela não vai.

Ela vai, sim, substituir (ou pelo menos brigar muito bem com) sua DSLR nas fotografias de paisagem, retratos, fotografia Street e em quaisquer outros ambientes em que você não queira ser intrusivo. E isso ela faz muito, muito bem.

Você deve pensar em manter sua DSLR full frame se você:

  • Precisa de um sistema de autofoco extremamente rápido
  • Precisa de um sistema de autofoco com tracking preciso
  • Precisa de profundidade de campo extremamente fina
  • Precisa de uma grande-angular com menos de 21mm
  • Precisa utilizar super-teles acima de 300mm

 

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Bruges – Fuji X-Pro1, 35mm, f/8.0, 1/140, ISO 200

Uso

Utilizar uma câmera nova envolve sempre uma curva de aprendizado, mas a Fuji investiu algum tempo melhorando algoritmos de exposição e ajustes automáticos para tornar o processo mais rápido e menos doloroso.

A Fuji X-Pro1 utiliza a regra do 1/distância focal para calcular a exposição, o que eu particularmente acho um pouco conservador demais. Como a câmera não tem espelho e, consequentemente, não sofre da vibração induzida pelo movimento do mesmo, é perfeitamente possível ter fotos nítidas com velocidades bem menores. A seguinte foto, por exemplo, foi tirada com a lente 35mm f/1.4 em velocidade de 1/9 sem nenhum tipo de apoio:

 

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Londres – Fuji X-Pro1, 35mm, f/4.0, 1/9, ISO 6400

Boa sorte tentando reproduzir isso com uma DSLR!

O algoritmo do Auto ISO funciona bem, normalmente escolhendo um valor baixo a fim de evitar ruído.

A exposição em highlights é excelente e eu precisei me esforçar bastante para estourá-los em algumas fotografias. Em situações não muito complexas posso dizer que é praticamente impossível estourá-los.

A câmera tem diversos modos que eu não entrei em detalhes, como foto panorâmica e modo de filmagem em Full HD.

Um modo Macro (pseudo macro) é ativado pelo direcional traseiro, que permite à câmera focar em distâncias menores que 80 cm, embora este limite o visor a apenas o modo digital para assegurar foco preciso. Vale lembrar que este é um modo “close up”, que permite um foco mais próximo apenas. Não confundir com o macro verdadeiro 1:1 que só é proporcionado pelas lentes macro específicas.

O autofoco exige uma adaptação vindo das DSLR. É preciso procurar as zonas de maior contraste no enquadramento para que ela foque de forma mais eficiente. Não leva muito tempo para pegar o jeito e os resultados compensam. Esta é, na minha opinião, a maior curva de aprendizado de todo o equipamento.

 

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Edinburgo – Fuji X-Pro1, 35mm, f/1.4, 1/220, ISO 200

Conclusão

Não existe uma câmera perfeita. Simplesmente não existe. O que existe é uma câmera que se adapta melhor às suas necessidades específicas.
Para certas tarefas, sem dúvida minha Canon 5D3 será a ferramenta escolhida. Indiscutivelmente. Mas, para viagens, passeios e como câmera do dia-a-dia, ela perdeu seu posto para a Fuji X-Pro1.
A Fuji entrou com o pé direito no mercado Mirrorless, oferecendo um produto sem concorrentes diretos no mercado e, embora não exista câmera perfeita, a Fuji X-Pro1, para mim, hoje, é a que mais se aproxima disso.

 

 

Uma ideia sobre “Full Frame ou Crop? Minha Lua de Mel com a Fuji X-Pro1

  1. Grande Alex, eu lhe disse uma vez que você escrevia bem,
    lembra-se?… …e o resultado está aí: Um texto bem elaborado,
    conciso e elucidativo ! Em relação às suas informações e
    considerando, entretanto, que a “minha praia” na fotografia é a
    natureza, além do meu pouco tempo de aprendizado e prática,
    confesso que balancei ( e tenho balançado todas as vezes que leio
    sobre as 4/3) favoravelmente pelo modelo em foco, sem trocadilho.
    Quem fotografa com equipamentos pesados – e eu não estou levando em
    conta o peso dos meus 54 aninhos – e prima pela qualidade das
    imagens, já pensou em experimentar modelos menores e mais leves.
    Diante dos esclarecimentos ofertados por você, tenho certeza que
    muita gente vai refletir melhor sobre o assunto. Obrigado pelas
    informações e quem sabe eu não farei da Fuji uma doce ( e leve !)
    companheira ?? Cuide-se sempre, um abraço e (mais) sucesso
    !

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